quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Cristina Rocha estará no novo Aqui Agora




Quando você menos espera Silvio Santos volta mais uma vez ao passado. Para ressucitar seu jornalismo popular ele prepara uma nova versão do sucesso dos anos 90, o policiaresco Aqui Agora, com suas matérias superhipermegainteressantes. E não basta trazer o formato.... ele traz de volta também as estrelas da época. Uma delas é a jornalista Cristina Rocha, que apresentou o programa. Pouco tempo depois ela fez sucesso com um cabelo última na Europa no programa Alô Cristina.



Siiiiiimmmmmm... uma versão retro de Charme.





Agora me responde: o que a Adriane Galisteu tá reclamando tanto??



Como se pode esperar tudo do sbt, não se surpreenda se entre uma notícia e outra você escutar um toque de telefone e um telespectador dizendo “Como vai Cristina?”.


Bahh....masquiporraehessa? ¬¬


Pra melhorar eu queria mesmo que eles ressuscitassem também Gil Gomes, Aqui Agora.


tudibaum!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Pelada do Funk é identificada. Ela usaria o dinheiro para pagar dívidas


A moça que protagonizou cenas de nudez em um baile funk realizado no Clube Náutico, foi identificada. Seu nome é Leidiane dos Santos Muniz, 23 anos, mãe de 3 filhos. A moça presta serviços de limpeza em um Shopping da Capital e foi identificada por meio de denúncia anônima.
Em depoimento, Lediane informou que em nenhum momento MC Ricardinho foi retirado do palco, como disse o dono do Clube e o promotor da festa. A princípio, ela teria recebido a proposta de ganhar R$ 400 para tirar a roupa, mas foi quando a oferta passou para R$ 600 que ela resolveu ficar nua no baile. O dinheiro seria usado para pagar dívidas.
No dia seguinte ao ocorrido ela foi até o clube para receber o dinheiro, mas o local estava fechado. Ao ver suas fotos estampadas nos jornais, Lediane sentiu muita vergonha e desistiu de voltar a cobrar o dinheiro.
De acordo com a delegada Tânia Zanolli, titular da delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, a mulher vai responder por crime de atos obscenos.
Em entrevista, Lediane se disse muito arrependida e que não tiraria a roupa nem por R$ 1.000,00. Ah, se a Playboy escuta isso....

sábado, 19 de janeiro de 2008

Carnaval Capixaba: venda de ingressos para arquibancada ainda desagrada população

Que o carnaval capixaba, que acontece nos próximos dia 25 e 26 no Sambão do Povio, em Vitória, está crescendo e se profissionalizando é bem visível. Claro, as escolas do grupo de especial, que importam carnavalescos do Rio e trabalham em ritmo acelerado, com verba, preparam um grande carnaval. O que parece não acompanhar esse crescimento é a prefeitura de Vitória, que organiza o evento junto com a Lieses, Liga Espírito Santense das Escolas de Samba. Hoje, durante a venda dos ingressos para arquibancada ela tentou prevenir as confusões e quebra-paus ocorridos nos últimos anos e concentrou a venda num único lugar, a antiga Fábrica 747, em Jucutuquara. Com medo, até idosos passaram a noite na fila para garantirem um lugar. Todo um esquema de segurança foi montado com medo de que a população armasse um novo barraco pelos disputadíssimos ingressos. Quase uma hora da tarde e as entradas ainda estavam a venda, no entanto a distribuição nos guichês muitas vezes impedia que o comprador levasse ingressos bilhetes de sexta e sábado, visto que se na cabine não tinha ingresso para estudante, por exemplo, de um determinado dia, ele não poderia comprar no guichê ao lado, já que seu CPF fica cadastrado a cada compra. A solução era esperar um local onde pudesse adquirir os ingressos que atendessem a maioria de sua demanda. Muita gente saiu insatisfeita com o modo que aconteceu a venda dos ingressos neste ano. Quem chegou nesse horário não precisou esperar muito na fila. Em cerca de quarenta minutos os bilhetes já estavam na mão dos futuros foliões. Mesmo assim, para o próximo ano os organizadores terão que rever mais uma vez esse esquema de venda. E depois eles insistem em colocar a culpa na população...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Alemão é preso acusado de bater em garota de programa em Copacabana

A manchete acima foi extraída do site Folha Online, na editoria de cotidiano. Em tempos de estréia de Big Brother essa seria a melhor frase para se estampar nas capas de jornais, caso o Alemão citado na frase fosse Diego Gasques, conhecido como Alemão e vencedor da sétima edição do reality Show da Rede Globo.

Na verdade o “alemão” citado acima foi Klaus Zungles, 54, preso pela Polícia Civil do Rio acusado de agredir Joilma Cardoso da Silva, 25, com quem o alemão se relacionava há cerca de um ano. Ela teria recebido uma ligação, o que deixou o alemão com ciúmes. Zungles deixou Silva no bar e foi para uma boate.
Ela foi até a boate, onde o teria encontrado com outra mulher. Os dois discutiram e, segundo a Polícia Civil, ela foi agredida com vários tapas.
Silva foi ao apartamento de Zungles pegar alguns de seus pertences que estavam no local. Ao chegar em casa, de manhã, o alemão teria agredido a garota novamente. Silva acionou a Polícia Militar e o alemão foi preso em flagrante com base na lei Maria da Penha. A fiança dele foi fixada em R$ 7 mil, mas ele não tinha o dinheiro e permaneceu na cadeia.
Se você se decepcionou com o alemão preso, só posso lamentar... Também fui enganado pela imprensa!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Entrevista com o wakeboarder capixaba Rafael Braga, o Braguinha

O wakeboarder capixaba Rafael Braga, de 23 anos, se encantou pelo esporte desde criança. Começou a praticar com apenas 12 anos e cinco anos depois já participava de campeonatos fora do Estado. Hoje está entre os 20 profissionais do país, atuando como juiz do campeonato brasileiro e do Circuito Capixaba de Wakeboard, que acontece esse sábado, 27 de outubro, na Praia do Minotauro, que fica na Lagoa Juparanã, em Linhares.



- Como conheceu o wakeboard?
Conheci primeiro o ski aquático tradicional, que é uma modalidade parecida com o wakeboard, aqui em Vitória mesmo. Via o pessoal praticando na praia, mas sempre tive vergonha de pedir emprestado ou para alguém me ensinar. Mas sempre achei o esporte muito interessante e tinha vontade de aprender.

- Como começou?
Comecei a praticar em 1996, quando fui para os Estados Unidos e comprei minha primeira prancha. Também já tinha um jet ski. Foi aí que resolvi aprender sozinho mesmo. Meu pai puxava o jet ski e eu tentava ficar em pé na prancha. Demorei cerca de um mês e meio para conseguir, porque estava aprendendo sem ajuda de um instrutor. Passei dois anos treinando no jet ski, inventando algumas coisas, e depois comecei a praticar com uma lancha me puxando. Na lancha comecei a tentar manobras maiores, que via na TV.

- Onde começou a praticar?
Sempre treinei em Vitória. Comecei a praticar na praia, mas tinha muito vento, muita onda, que acabavam atrapalhando as manobras. Depois descobri o manguezal, junto com Eduardo Pagani, que está participando do campeonato. Lá é muito melhor, um dos melhores lugares do país para treinar, porque está sempre liso e as raízes do manguezal amortecem a marola feita pelo vento ou pela lancha, não interferindo nas manobras.

- Quando participou do primeiro campeonato?
Com 17 anos participei de uma competição para iniciantes em São Paulo. Não sabia como estavam as minhas manobras à nível nacional, mas acabei me saindo bem e fui convidado para participar do brasileiro.

- Como são seus treinamentos?
Eu tenho treinado muito pouco. Como não tenho patrocínio me dedico à outras coisas além do esporte. Tinha que fazer faculdade e trabalhar. Enquanto os atletas profissionais nacionais treinam todos os dias, até duas vezes por dia, eu treino uma ou duas vezes por mês. E sempre que possível treino também em camas elásticas.

- Está participando do brasileiro? Como está sua colocação?
Não estou participando do brasileiro porque, além de estar treinando pouco, estou sem patrocínio. O custo para participar é muito alto e não tem nenhum outro atleta capixaba para dividir pelo menos o hotel. O ano que vem quero participar e já vou entrar para a categoria Profissional. No último campeonato brasileiro que participei estava na categoria Open, mas consegui apresentar um nível bom e passar para a profissional.

- Já participou de competições de nível internacional?
Participei do campeonato Latino-americano, que aconteceu no Rio de Janeiro, na categoria Juvenil. Consegui conquistar o oitavo lugar.

- Você é um dos principais atletas capixabas. Como é representar o Estado em competições nacionais?
Organizei os primeiros campeonatos de wakeboard no Estado, mas depois tive que deixar essa paixão um pouco de lado por causa da faculdade. Comecei a praticar quando ninguém falava do wakeboard aqui em Vitória. Fico feliz de poder levar o nome do Espírito Santo para campeonatos fora daqui, é muito gratificante.

- Como é ser juiz do campeonato estadual?
É legal e complicado, ao mesmo tempo. Fico muito dividido. Conheço o pessoal que está competindo, a gente treina junto. São meus amigos, meus irmãos e não posso dar dicas durante a competição. Mas também é muito bom ver a evolução que eles estão apresentando nas manobras.

- Como está o esporte no Estado?
Falta patrocínio. Não temos como nos dedicar somente ao wakeboard para poder competir com atletas de outros Estados. Apesar de apresentarmos um nível alto, precisamos de verba para competir fora. Mas o esporte está crescendo e mais gente está competindo.

- Qual a importância de realizar o Circuito Capixaba de Wakeboard?
Com o circuito os atletas começam a criar um espírito de competição muito saudável para o esporte. O pessoal passa a treinar mais para fazer uma apresentação melhor e conquistar o título. Além disso, chama a atenção para o esporte e para a necessidade de patrocinadores.

- O que está esperando para esta segunda etapa do circuito?
Vai ser bem competitiva e disputada. Os atletas estão treinando manobras específicas e, com certeza, vão fazer uma boa apresentação. Além disso, no último campeonato a etapa de Linhares foi super divertida. A gente sai de casa e aproveitamos a oportunidade para fazer uma integração com o pessoal que pratica wake em outros lugares.

- Qual a importância do esporte participar do Pan?
Mostrou a força que o wakeboard tem. É um esporte bonito, cheio de adrenalina. Além disso, chama a atenção da mídia, tornando o wake mais atrativo e traz mais atletas e patrocínio. E ter um brasileiro como campeão em uma competição que envolve toda a América mostra a força do país nesse esporte.

Foto: Romero Olli

domingo, 21 de outubro de 2007

Direitos? Humanos?


É domingo à noite, chego em casa após um intenso fim de semana sem dar notícias (típico de mim fazer isso). Lligo a televisão, havia acabado de começar o Fantástico. Enquanto devoro uma pizza, olho de vez em quando para a TV, até ouvir a matéria que me deixou boquiaberto: está sendo apresentada ao telespectador uma análise da operação realizada pela polícia numa favela do Rio de Janeiro, que resultou em quatro mortos: dois traficantes, um policial e uma criança de quatro anos.
Confesso que assisto à matéria sem me surpreender (salvo pela morte da criança inocente), são constantes as notícias de mortos no embate tráfico versus polícia. Mas não pude deixar de me revoltar quando aparece uma senhora adiposa, responsável pelos direitos humanos de-não-sei-mais-o-que (neste momento, a pizza foi mais interessante) falando que a caçada aos dois criminosos – que acabaram mortos - pelo helicóptero da policia pode ser considerada uma execução sumária, pois ambos não estavam armados.
Aí eu pergunto: os criminosos têm pena ou pensam duas vezes antes de matar seus desafetos? Então, por que a policia tem que se deixar ser alvejada pra não ser indagada pelos direitos humanos? E onde estavam as organizações de direitos humanos quando uma criança de apenas quatro anos foi metralhada? Dê-me paciência! Essa senhora não tem, por acaso, um tanque de roupa suja pra lavar?
Posso ser criticado pela minha opinião, mas pra mim, lugar de bandido é a sete palmos do chão, não tenho pena de quem põe uma arma na minha barriga pra levar meu celular. Tudo bem que existe todo aquele papo de oportunidades, pobreza e blá blá blá, mas oportunidade se faz. Se um vagabundo desses não pensa nos meus direitos de humano, não pensarei nos dele! Sim, sou ignorante, e não tenho coração!

E salve o Capitão Nascimento!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Mônica Veloso mais uma vez faz sucesso no Congresso Nacional



As duas bancas de jornais do Congresso Nacional registraram um recorde de vendas com a “Playboy” que traz a jornalista Mônica Veloso na capa. Só no No primeiro dia em que circulou em Brasília, 150 exemplares da revista foram vendidos nas dependências da Câmara e do Senado. Só na banca da chapelaria do Congresso, onde os parlamentares desembarcam em seus carros, 103 revistas foram vendidas nesta terça-feira.
Ver as fotos todos querem, no entanto, poucos parlamentares se aventuraram a comprar as revistas pessoalmente. A maioria preferiu pedir para assessores fazerem o serviço.
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), por exemplo, foi flagrado entrando na banca de jornal do Congresso, mas negou que tenha adquirido um exemplar da "Playboy"."Fui à banca para trocar uma nota de R$ 50 para pagar o motorista de táxi. É que o motorista não tinha troco. Mas não comprei nada, não", afirmou.
Mônica Veloso foi o pivô da crise contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), com quem teve uma filha. Ela recebia uma polpuda pensão alimentícia de 12 mil reais, além do pagamento do aluguel de um apartamento de luxo de 4.500 reais de Renan.