Hoje, na praia de Guriri em São Mateus, com o colega de batalha Mafrini Roberto. Trabalhar o dia todo na praia me exige muito mais. Andar na areia fofa é um super exercício! Fora os cuidados com a pele. Mesmo com protetor solar tenho a nítida certeza que há uma diferença entre meu antebraço e meu braço. O resultado de todo trabalho feito hoje você vê em breve no ESTV.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Bastidores de um dia calmo
Hoje, na praia de Guriri em São Mateus, com o colega de batalha Mafrini Roberto. Trabalhar o dia todo na praia me exige muito mais. Andar na areia fofa é um super exercício! Fora os cuidados com a pele. Mesmo com protetor solar tenho a nítida certeza que há uma diferença entre meu antebraço e meu braço. O resultado de todo trabalho feito hoje você vê em breve no ESTV.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Olha a estrutura de Guriri

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Homem reage a assalto e é baleado em Itaúnas. Ele pode ficar paraplégico

Difícil ver na cama do hospital Roberto Silvares, em São Mateus, uma pessoa que foi vítima da violência gratuita de bandidos e, o pior, corre o risco de não voltar mais a andar. Essa é a situação do trabalhador braçal Clodomir Santana de Almeida, de 44 anos. Ele estava próximo a um turista, na Vila de Itaúnas, Conceição da Barra, quando foi baleado.
Quatro homens chegaram em duas motos perguntando qual era o caminho até as Dunas, quando um deles que estava armado anunciou o assalto e mandou que o turista entregasse um cordão e uma pulseira de ouro que estava usando. Clomodir pediu que eles não levassem nada, quando um dos bandidos atirou.
Esse pedido de Clodomir pode ser considerado pelo assaltante como uma reação. De acordo com Jalmas Greis, que é o gestor de defesa social de Conceição da Barra, o melhor é nunca reagir. “É comprovado que nesses casos a vítima já está dominada, já está em desvantagem e, se houver alguma reação, a tendência é o bandido atirar” disse.
Segundo o boletim medico a bala atingiu a última vértebra servical e a primeira toracica da coluna, que ficam na região do pescoço. “A expectativa da gente é que ele continue paraplégico, infelizmente. Mas a gente espera que ele melhore a força dos braços, os movimentos da mão e dos dedos”, afirmou o medico neurocirurgião Fernando Marcos, que acompanhou o caso.
Mesmo vivendo uma situação triste, que pode deixá-lo para o resto da vida numa cadeira de rodas Clodomir não perde as esperanças. “Eu to esperando ficar bem até mexer, tirar a bala e ser feliz”, é o que deseja Clodomir.
Veja a reportagem que fiz para o ESTV clicando aqui.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Chuva deixa 4 mil desalojados em Barra de São Francisco
No meio das ruas do bairro Campo Novo, em Barra e São Francisco, no Norte do Espírito Santo, o que vi foi uma montanha de móveis que viraram entulho. Cinco dias depois daquela que foi considerada a maior enchente da cidade nos últimos 50 anos os estragos ainda são contabilizados. Nove bairros naregião do centro foramatingidos pelo temporal que caiu na noite da última quinta-feira.
Quatro mil pessoas foram desalojadas e 23 ficaram desabrigadas. O nível de água nas casas chegou a um metro e meio. Até a prefeitura foi invadida pela chuva e documentos foram perdidos.
Era tanta água, ultrapassava a cintura de quem se arriscava, que minha equipe decidiu por segurança não entrar no bairro. Agora, a água baixou e foi possível ver de perto a situação dos moradores.
Na sala da casa da desempregada Mirian Siqueira Loureiro apenas uma TV em cima de uma mala velha e um colchão doado por uma igreja. “Estou desempregada, moro com minha filha e meu neto e não sei como vou fazer pra reconstruir tudo agora”, disse.
O que a dona de casa Alice Dias Lopes conseguiu salvar foi o que ela levou as pressas para o segundo andar da casa, onde ficou ilhada e passou o ano novo com outras quarto famílias. “Só salvei o fogão e a geladeira. Os móveis de Madeira e os colchões foram perdidos”, contou Alice.
Aos 77 anos Dona Filomena Rosa da Silva teve que se abrigar no segundo andar da casa da vizinha Alice. “Já tinha visto alagamentos aqui, mas como esse nunca. Foi Deus que me ajudou!”, relembra emocionada.
Durante a enchente o nível do rio São Francisco subiu 4m e 30 cm. A força da enxurrada levou uma ponte que ficava no bairro e só sobraram as madeiras da estrutura do local. Para que os moradores consigam atravessar para o outro lado a prefeitura construiu uma pinguela.
“Várias pontes de Madeira e até mesmo de alvenaria foram levadas pelo volume de água em todo município. Agora vamos trabalhar para reconstruir”, disse o prefeito Waldeles Cavalcante.
No fórum da cidade os armários estão abertos para secar os processos que molharam. A sala da defensoria pública foi a mais prejudicada.
Na semana passada fui até a casa em que Gilsilaine Jacinto Barbosa e o marido Carlito Ferreira moravam. Um quarto e a varanda foram desabaram por conta da forte chuva. O local era alugado e o dono do imóvel colocou a família no andar de cima da residência, mas a casa ainda corre perigo.
“Estamos dormindo com medo. Coloquei as coisas o estamos o mais perto da porta. A defesa civil também condenou essa casa, mas não temos para onde ir”, contou a dona de casa.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Traficante Papai Noel

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
O que fazer se seu cheque for roubado?
domingo, 6 de dezembro de 2009
Eu vi o mito

